Decoupage em madeira
Material usado:
- 1 caixa MDF
- Tinta acrília decorativa preta
- Cola branca
- Verniz em spray
- 2 pincéis
- Régua, lápis e tesoura
- Fotos em diversos tamanhos
- Rolo para pintura
- 2 lixas para madeira
Modo de Fazer
Primeiro, lixe a caixa por dentro e por fora. Em seguida passe a tinta acrílica e deixe secar.
Depois de seca, pegue uma foto grande e coloque em cima da caixa par medir o tamanho. Corte o excedente, passe cola branca bem rápido na caixa e cole a foto. Faça uma leve pressão para retirar possíveis bolhas. Faça o mesmo em todas as laterais da caixa.
Em seguida, passe cola branca na caixa inteira. Não se preocupe porque quando a cola secar, ela ficará transparente.
Para finalizar, passe o veriz em spray para dar um brilho.
História Artesanato
Os primeiros objetos feitos pelo homem eram artesanais. Isso pode ser identificado no período neolítico (6.000 a.C.) quando o homem aprendeu a polir a pedra, a fabricar a cerâmica como utensílio para armazenar e cozer alimentos, e descobriu a técnica de tecelagem das fibras animais e vegetais. O mesmo pode ser percebido no Brasil no mesmo período. Pesquisas permitiram identificar uma indústria lítica e fabricação de cerâmica por etnias de tradição nordestina que viveram no sudeste do Piauí em 6.000 a.C.
Historicamente, o artesão, responde por todo o processo de transformação da matéria-prima em produto acabado. Mas antes da fase de transformação o artesão é responsável pela seleção da matéria-prima a ser utilizada e pela concepção, ou projeto do produto a ser executado.
A partir do século XI, o artesanato ficou concentrado então em espaços conhecidos como oficinas, onde um pequeno grupo de aprendizes viviam com o mestre-artesão, detentor de todo o conhecimento técnico. Este oferecia, em troca de mão-de-obra barata e fiel, conhecimento, vestimentas e comida. Criaram-se as Corporações de Ofício, organizações que os mestres de cada cidade ou região formavam a fim de defender seus interesses.
Revolução Industrial
Com a Revolução Industrial, teóricos do século XIX, como Karl Marx e John Ruskin, e artistas (ver: Romantismo) criticavam a desvalorização do artesanato pela mecanização. Os intelectuais da época consideravam que o artesão tinha uma maior liberdade, por possuir os meios de produção e pelo alto grau de satisfação e identificação com o produto.
Na tentativa de lidar com as contradições da Revolução Industrial, William Morris funda o grupo de Artes e Ofícios na segunda metade do século XIX. Tentando valorizar o trabalho artesanal e se opondo à mecanização. O artesanato antes da Revolução Industrial era a tarefa mais importante.
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